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Médiuns têm perfil diferente daquele apresentado na literatura científica

Acompanhando as pesquisas que dizem respeito a mediunidade, encontramos nos registros da USP, a Tese de Doutorado do médico
psiquiatra Alexander Moreira de Almeida
, defendida no dia 22/fevereiro/2005.

Médiuns têm perfil diferente daquele apresentado na literatura científica

Estudo com 115 médiuns kardecistas de São Paulo indica que a maioria possui alto nível sócio educacional, perfil que se enquadra no
último censo do IBGE. Segundo a pesquisa, eles não apresentam problemas mentais.

Na literatura científica, muitas vezes os médiuns (que se comunicam com espíritos) são descritos como pessoas de baixa escolaridade
e renda. Sua mediunidade deve ser entendida como um "mecanismo de defesa contra as opressões sociais", ou como manifestação de algum
quadro dissociativo ou psicótico.

No entanto, um estudo realizado pelo médico psiquiatra Alexander Moreira de Almeida com médiuns espíritas da cidade de São Paulo
mostrou um perfil diferente: os médiuns apresentaram um alto nível socioeducacional e uma prevalência de transtornos mentais menor do que
a encontrada na população em geral.

Dr. Almeida constatou que:

46,5% das pessoas tinham curso superior,

76,5% eram mulheres,

menos de 3% estavam desempregados,

e a idade média era de 48 anos.

A maioria era espírita há mais de 16 anos, vieram de famílias não-espíritas e as vivências mediúnicas começaram na infância.

"Esse perfil sociodemográfico se encaixa no último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra um
crescimento da proporção de espíritas conforme aumenta a escolaridade da população", comenta o psiquiatra, que apresentou sua tese de
doutorado à Faculdade de Medicina (FMUSP), com orientação do professor Francisco Lotufo Neto.

Os participantes do estudo atuam em nove centros espíritas kardecistas da Capital, pertencentes à Aliança Espírita Evangélica. O
médico aplicou um questionário sóciodemográfico a 115 médiuns antes e depois das sessões espíritas. Eles também responderam a questões
referentes à atividade mediúnica. Dr. Almeida ainda utilizou os questionários SRQ (Self-Report Psychiatric Screening Questionnaire), que rastreia
a presença de transtornos mentais, e o EAS (Escala de Adequação Social), que mostra como a pessoa se relaciona em sociedade.

A partir dos resultados foram selecionados 24 médiuns. Eles foram analisados pelo SCAN (Schedules for Clinical Assessment in
Neuropsychiatry), um tipo de entrevista psiquiátrica padrão e pelo DDIS (Dissociative Disorders Interview Schedule), um questionário que
detecta transtornos dissociativos (quando uma parte da mente funciona de forma independente). "É nessa categoria que os transes mediúnicos
são habitualmente encaixados", explica o médico.

Transes X esquizofrenia

A escala DDIS investiga a presença de 11 sintomas de primeira ordem para o diagnóstico de esquizofrenia - vozes dialogando na sua
cabeça, vozes comentando as suas ações, ter suas ações produzidas ou controladas por alguém ou algo fora de você, entre outros. "Os médiuns
apresentaram, em média, quatro deles, mas a presença dos sintomas não indicou a existência de nenhuma doença mental", afirma. "Além disso,
eles também apresentaram uma boa adequação social e demonstraram ter uma saúde mental melhor que a da população em geral". Não houve
correlação entre frequência de atividade mediúnica e problemas mentais ou desajuste social.

O médico ressalva que os resultados da pesquisa se referem especificamente a médiuns em atividades regulares em centros espíritas.
"Para eles trabalharem nos centros são necessários dois anos de cursos, além da participação semanal nas reuniões mediúnicas", afirma.

Dr. Almeida é membro do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (Neper) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das
Clínicas da FMUSP. O núcleo tem como objetivo estudar as questões religiosas e espirituais segundo o enfoque científico, sem vínculo com
nenhuma corrente filosófica ou religiosa.

"Durante muito tempo a Psiquiatria encarou a mediunidade como um transtorno mental", conta. "Só a partir das décadas de 1950/ 60 é
que houve uma mudança de mentalidade, e essas manifestações passaram a ser vistas como sendo não-patológicas quando vivenciadas dentro
de uma religião." De acordo com Dr. Almeida, o último censo do IBGE mostrou que o espiritismo ocupa a quarta posição entre as religiões
praticadas no Brasil, país com a maior população espírita do mundo. A tese está disponível para consultas no Portal Conhecimento.

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5142/tde-12042005-160501/pt-br.php

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Religiões como Personas

Na Bhagavad Gita Krishna diz a Árjuna: - as religiões são como contas de um colar e eu sou o fio que une todas elas.

As religiões são como as personas, aspectos do eu, máscaras da consciência para se estar no mundo, para se relacionar com os outros,
para atuar dentro de nosso script, para nos proteger do essencial que é numinoso, portanto misterioso e como tal fascinante e tremendo.

Sem nossas máscaras o ego sucumbiria à pressão social, não se adaptaria. Assim as religiões existem para nos relacionarmos com o
sagrado sem sucumbir ao contato direto com aquele que é: "Um mar de graça que se encontra com um fervente lago de fogo" (Jung). Deus,
como Imago Dei, imagem do Self, traz esta característica dual: fascínio e tremor, porque como totalidade traz dentro de sua imagem todas as
dualidades. Mas é o arquétipo de maior poder e completude que reordena o caos quando nele nos encontramos.

As religiões são construções humanas feitas das experiências individuais de graça e mística. O carismático, portador do carisma, é
aquele que experienciou o Sagrado, emana este estado de plenitude que tanto almejamos, e em torno dele se agregam os sedentos de Deus.
Assim nascem as religiões.

As tradições são pontes que unem o sagrado aos humanos, são revelações, são "descidas" do numinoso, não são consideradas
construções humanas, mas divinas. Dentro de suas fileiras vão se ramificando as diversas religiões, de acordo com os carismas que vão
surgindo. Quanto mais próximas da "ponte" menor a influência da mente humana, para o bem ou para o mal.

Assim, as religiões são aspectos humanos projetados no sagrado, máscaras para o sagrado. São personas que nos auxiliam na atuação
dentro da comunidade religiosa, nos cultos públicos, nos rituais, na comunhão dos dogmas, na absorção do "perfume" que sem estas doutrinas
nos sufocaria com sua "essência". As religiões agem como filtros protetores da numinosidade do sagrado.

Cada grupo social encontra a religião que melhor se adéqua à sua cultura. Ao tomarmos conhecimento deste fato, que os místicos
experienciam por si-mesmos, porque estão além do mítico, que são as religiões, e se encontram diretamente o Sagrado, podemos viver em
harmonia, sem conflitos porque entendemos a Unidade, que é Deus, por trás das diversidades que são as religiões. Todas são aspectos de
Deus que é Uno.

Drª Ercilia Simone Dalvio Magaldi - Pedagoga - Filósofa - Especialista em Psicologia Junguiana - Terapeuta - Mestre em CRE - PUCSP e
Doutora em CRE - UMESP.

http://www.ijep.com.br/index.php?sec=artigos

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O DNA E AS EMOçõES

A seguir três experimentos com o DNA (ADN) que provam as qualidades e auto-cura do mesmo em consonância com os sentimentos da
pessoa, como foi relatado por Gregg Braden em seu programa intitulado Curando Corações/Curando Nações: A Ciência da Paz e o Poder das
Orações:

EXPERIMENTO 1

O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, da Academia Russa de Ciência. Nesta experiência começou-se por
esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixada dentro foram fótons (partículas de luz).
Foi medida a distribuição destes fotons e descobriu-se que estavam distribuidos aleatoriamente dentro deste recipiente. Este era o resultado
esperado.

Então foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Desta vez os fótons
haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos.

Depois disto, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM
ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA. A que estão conectadas as partículas de luz? Gregg Braden diz que estamos impelidos a
aceitar a possibilidade que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo.

EXPERIMENTO 2

Este experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número
de doadores. Estas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas. Nesta experiência, o
doador era colocado em um local e submetido a "estímulos emocionais" provenientes de videoclips. O DNA era colocado em um lugar diferente
do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício.

Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados, e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas),
o DNA expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA
COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.

Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam
de experimentar quando a separação atingiu 80 kilometros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o MESMO resultado. Sem lapso e sem
retardo de transmissão.

O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significa isto? Gregg Braden diz que isto significa que as células
vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Esta energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo.
Esta não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.

EXPERIMENTO 3

O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: Efeitos locais e não
locais de frequências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA (Não se fixem no título, a informação é incrível!)

Este Experimento relaciona-se diretamente com a situação do Antrax. Neste experimento tomou-se o DNA de placenta humana e
colocou-se em um recipiente onde se podia medir as alterações do mesmo. Vinte e oito amostras foram distribuídas, em tubos de ensaio, ao
mesmo número de pesquisadores previamente treinados. Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e sentir sentimentos, e cada um deles
podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA MUDOU DE FORMA de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.

1. Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE, e seus filamentos esticando-se. O DNA
tornou-se mais grosso.

2. Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos
códigos.

Você já se sentiu alguma vez "descarregado" por emoções negativas? Agora já sabe porque seu corpo também se descarrega! Os códigos
de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.

Esta experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo.

Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram RESPOSTAS DE IMUNIDADE 300.000 vezes maiores que a que
tiveram sem eles. Assim, o que temos aqui é uma resposta que nos pode auxiliar a permanecermos com saúde, sem importar quão daninho seja
o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor. Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço.

Estas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentirem amor profundo
foram capazes de mudar a forma de seu DNA. Gregg Braden diz que isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Esta
energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente esta rede de criação por
meio de nossas VIBRAÇÕES.

O que tem a ver os resultados destas experiências com nossa situação presente? Esta é a ciência que nos permite escolher uma linha de
tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça. Como Gregg explica em seu livro O efeito Isaías, basicamente o tempo não é
apenas linear (passado, presente e futuro) mas também é profundidade. A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de
oração que possam ser pronunciadas ou que existam. Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos
vivendo por meio de nossos SENTIMENTOS.

É assim que criamos nossa realidade, ao escolhermos nossos sentimentos. Esses sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio
da rede de criação, que conecta a energia e a matéria do universo. Lembre-se que a lei do Universo é que atraímos aquilo que colocamos em
nosso foco. Se focas em temer qualquer coisa seja lá o que for, estás enviando uma forte mensagem ao Universo para que te envie aquilo a que
mais temes. Em troca, se puderes manter-te com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão, e focar em trazer mais disto para tua vida,
automaticamente irás afastar o negativo.

Estarias escolhendo uma LINHA DE TEMPO diferente com estes sentimentos. Sendo assim, esta é uma proteção para o que vier: Busque
algo pelo qual estar alegre todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos. Esta é a mais
fácil e melhor das proteções que podes ter.

Fonte: Gregg Braden. Tradução: Liane B. de Mesquita, a partir da tradução em espanhol de Abjini Arraíz.

Referências: The DNA PHANTOM EFFECT (update); DNA can be influenced and reprogrammed by words and frequencies.

Texto extraído de http://www.amebrasil.org.br/html/outras_dna.htm

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